quinta-feira, 22 de julho de 2010

Classificação do Campeonato Fluminense

Neste fim de semana, a única partida realizada definiu o campeão fluminense de 2010, que foi o Niterói, após boa vitória de 52 a zero sobre o Guanabara.
Agora, as atenções se voltam para o vice campeão, pois tem briga boa entre 3 equipes: UFF, Rio Rugby e Guanabara. Em um campeonato com o Niterói, o vice deve ser muito comemorado.
Confira ainda a tabela de artilheiros.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Domingo de Rugby feminino na USP!


O domingo de sol na capital paulista deixou o clima perfeito para um quadrangular organizado pelas meninas do time da USP feminino, que contou ainda com a presença do SPAC, Bandeirantes e Pasteur. As partidas permitiram dar um pouco de ritmo para as jogadoras, que sofrem mais que qualquer outra categoria, com a falta de jogos.
Desde seu início apoiando o Rugby feminino no Brasil, o Blog do Rugby foi conferir o que aconteceu de melhor no evento.
Clique e confira como foram as partidas, fotos e estatísticas das partidas!
O CEPEUSP foi o local de um quadrangular envonvendo as equipes do SPAC, Bandeirantes (respectivamente campeão e 3º lugar do Circuito Brasileiro), USP (finalista Taça Ouro no Sevens do SPAC) e Pasteur para uma série de jogos que visam dar ritmo para as meninas. As anfitriãs são bem novas no cenário nacional, mas já tem jogadoras de destaque, que deverão integrar o plantel da seleção em breve.
O SPAC levou um time com muitas caras novas, em uma bem vinda renovação, promovida pelo técnico da equipe, José Eduardo. É estranho não ver jogadoras como Natasha Olsen, Emily Barker e Jessica Santos vestindo a camisa azul e branca, mas as nova geração mostrou dar conta do recado. Ainda mais quando se tem a mestre Paula Ishibashi em ação, que comandou a equipe para uma série de 3 vitórias sem sofrer um único ponto. O ponto alto do time é justamente o equilíbrio entre a habilidade das jogadoras e o ótimo posicionamento no campo, que conseguiu anular as chances de try das adversárias, principalmente na partida contra as meninas do Bandeirantes, que começaram a partida melhores, variando as bolas de uma ponta a outra, e buscando brechas na linha do SPAC, mas após um início forte sem aproveitar suas chances, cederam a vitória.
O Bandeirantes conseguiu a segunda melhor campanha do dia. Tendo algumas jogadoras da seleção, entre elas a capitã do Band, Cora Gimenez,  Mariana Wyse e Xaxá, maior marcadora de tries do dia com nada menos que 6 tries de um total de 11 que sua equipe marcou. Entre as participantes, sem dúvida é a equipe mostrou um jogo mais baseado na força, com muitos tackles, pressão na saída de bola e excelente preparo físico, o que é um diferencial em jogos seguidos como é o caso do seven. Debaixo de um calor de 30º, não pararam um minuto e tiveram pique para ffazer o maior placar do dia, um 39 a zero sobre a USP na última partida do dia. Não à toa estão entre as melhores do Brasil, mas podem melhorar o posicionamento, que foi falho no jogo contra suas maiores adversárias.
O time da USP feminino é novo, mas já está vendo o surgimento de filhotes dentro da faculdade. Composto por alunas de diversos cursos da Cidade Universitária, recentemente ganharam a companhia do time feminino da USP Guarulhos, a EACH. Com alguns desfalques (não lembro o nome da número 6, que costuma jogar muito) o time mostra uma evolução constante, sob o comando de Valter Sugarava (o Japinha, do Bandeirantes), mas ainda enfrenta dificuldades ante SPAC e Bandeirantes. O desafio é melhorar o físico e principalmente o posicionamento das jogadoras. Foi comum verificar durante a partida, rucks com  presença de até 4 jogadoras do time, o que no seven a side, é imperdoável, quando se deixa toda a linha descoberta. Mas ainda assim, mostraram muita garra e conseguiram levar perigo contra suas adversárias. Conquistaram uma vitória sobre o Pasteur, por 7 a zero, try de Elissa e conversão de Vandinha.
A equipe do Pasteur não repete a grandiosidade de seus pares masculinos, mas tem potencial para isso. Todas jogadoras tem ótimo porte físico, mas mostraram pouco entrosamento e alguma inexperiência em momentos importantes das partidas, e assim, não conseguiram pontuar nesse dia. Tem que formar uma base mais sólida e aumentar o número de partidas, participar dos campeonatos, como do Circuito Brasileiro de Sevens, onde estiveram presentes apenas em algumas etapas.
Artilheiras:
Paula Ishibashi (SPAC) – 35 pontos (3T + 10C)
Shwarlene Schwambach (Bandeirantes) - 30 pontos (6T)
Thaís (SPAC) – 20 pontos (4T)
Fernanda Fozza (SPAC) – 15 pontos (3T)
Mariana (Bandeirantes) – 10 pontos (2T)
Angélica Gevaerd, Ângela, Fernanda Lima (SPAC), Juliana Esteves (Bandeirantes), Elissa (USP) - 5 pontos (1T)
Cora Gimenez (Bandeirantes) - 9 pontos (1T + 2C)
Vandinha (USP) – 2 pontos (1C)
Amistosos de Rugby Feminino USP

segunda-feira, 24 de maio de 2010

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Brasil pronto para o Sul-Americano de Rugby XV

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Patriotas é notícia no Rio de Janeiro


Júlio Black
Volta Redonda

Montar uma equipe de rugby, esporte pouco conhecido no Brasil, não é tarefa das mais fáceis. Falta de locais para treinamentos e jogos, pouca divulgação e as costumeiras escoriações após as partidas são obstáculos para que o esporte seja mais popular no país. Mas nada disso desanimou o presidente do Patriotas Rugby Clube de Volta Redonda, Rafael Castilho, quando ele incentivou seus colegas do curso de Educação Física da FOA a montarem a equipe em 2008.
Quase dois anos após a fundação do time, em julho do mesmo ano, o Patriotas já faz parte da elite do esporte no Rio de Janeiro, tendo conquistado a Taça de Prata do Rio Beach Rugby Internacional em 2009 e o vice-campeonato do mesmo torneio em 2010, além de outros dois vice-campeonatos. O rápido desenvolvimento da equipe é fruto do empenho dos jogadores, segundo Castilho.
-Voltei de uma viagem ao Rio Grande do Sul com uma bola de rugby, e o pessoal da minha turma na faculdade topou a ideia de montarmos um time. Logo tivemos o apoio do Alexandre Terra, que mora em Resende e já havia praticado o esporte em Santa Catarina, o que foi muito importante para o desenvolvimento da equipe - explicou Rafael, que também destacou a rápida divulgação do time entre os interessados no esporte na região.
Não demorou muito para a equipe fazer sua primeira partida, três meses depois, contra a equipe do Maxambomba, de Nova Iguaçu. Apesar da derrota, o placar apertado de 11 a 10 manteve o moral da equipe elevado, o que ficou comprovado com o primeiro título do Patriotas, no início de 2009, no Rio Beach Rugby Internacional, disputado nas praias de Niterói.
Em um torneio com as principais equipes do Rio e duas convidadas da Argentina, o time conquistou a segunda principal taça do torneio. E foi no mesmo ano que a equipe da Cidade do Aço conquistou o vice-campeonato da Série B do Estadual da modalidade, garantindo vaga na divisão principal este ano. Conquistas importantes, mesmo com a falta de estrutura que o rugby encontra em Volta Redonda.
-A falta de campos de treinamento prejudica a equipe, é nossa maior dificuldade. Conseguimos utilizar o campo localizado no Volta Grande nos finais de semana - disse o fundador da equipe, que também comemora a formação da equipe feminina, formada em 2009 e que disputou sua primeira partida este ano na modalidade seven, onde atuam apenas sete jogadoras.
O Patriotas volta a campo depois de amanhã para enfrentar o Niterói, principal equipe carioca e que disputa o Campeonato Brasileiro de rugby. A partida será no estádio do adversário, em Maricá. Na primeira rodada, em março, o Patriotas foi derrotada pelo atual vice-campeão da divisão principal, a equipe da UFF, por 26 a 21.
-Foi uma partida equilibrada, em que perdemos apenas no final porque contávamos com três jogadores a menos para as substituições. O time acabou cansando - explicou, lembrando que os próximos jogos da equipe serão em Volta Redonda, nos dias 15 de maio e 20 de junho.
Castilho sabe que o esporte ainda tem muito para evoluir no país, mas acredita que os Jogos Olímpicos de 2016 serão um bom incentivo para o desenvolvimento do rugby. Ele destaca o crescente interesse pela modalidade em todo o Brasil, além da divulgação feita pelos próprios times. Ele vê com otimismo a criação de outra equipe (os Titãs) em Resende.
-Temos muito a oferecer, e acredito que estamos no caminho certo - disse o líder do Patriotas, que espera ver o Brasil com capacidade para enfrentar no futuro a Argentina, grande força do continente, além dos gigantes da Nova Zelândia (os temidos all blacks), Austrália e África do Sul, principais forças mundiais.
Para quem se interessar pelo esporte, criado na Inglaterra no século 19, e quiser participar da equipe, os treinos são realizados aos sábados e domingos, às 15 horas, no campo do Volta Grande, localizado próximo ao posto de saúde do bairro.

Jornal Diário do Vale - 15/04/2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Mapeamento dos times femininos

Atenção times femininos de rugby!!


A equipe do RUGBY BRASIL está realizando um mapeamento geral de todos os times espalhados pelo país. Uma iniciativa super bacana para colocar nossas meninas no mapa, literalmente! Para se cadastrar é preciso enviar os dados do time (local onde treina, horários, responsáveis etc.) para o e-mail info@feminino.rugby.esp.br. 


Espero ver todas vocês lá!!
bjinhos!!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

IRB observa o Rugby Feminino Brasileiro

Por hp (hp@blogdorugby.com.br), em 07/04/10 6:36




Susan Carty, Gerente de Rugby Feminino do IRB, visita o país e se reúne com a CBRu.
Nesta semana o Brasil receberá Susan Carty, Gerente de Rugby Feminino do International Rugby Board. Esta visita de dois dias tem como objetivo analisar o Rugby Feminino no País, acerca do seu gerenciamento e desenvolvimento.
O primeiro dia de visitas será no sábado, quando a Gerente de Rugby Feminino do IRB vai se reunir no SPAC (São Paulo Athletic Club) com Diretores da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) com o objetivo de ter um panorama do Rugby Feminino no Brasil. Após o almoço, Susan Carty acompanhará sessões de treinos da Seleção Brasileira Feminina e novamente terá reuniões com Xavier Vouga (Diretor de Arbitragem), Werner Grau Neto (Vice-Presidente), Fernando Mirandez Gomes (Diretor Financeiro) e Klaus Kiessling (Diretor Administrativo), quando serão expostos o calendário do Rugby Feminino Brasileiro, os próximos compromissos, dentre outros temas.
O segundo e último dia de visitas será no domingo, e, na ocasião, haverá uma apresentação institucional da CBRu à Gerente de Rugby Feminino do IRB. Susan Carty aproveitará sua presença na América do Sul para avaliar também como vem sendo conduzido o Rugby Feminino na Argentina, onde vai se encontrar com dirigentes locais e de demais Países da região.
Fonte: CBRu



segunda-feira, 5 de abril de 2010

Convocação para a Seleção Feminina





Neste dia 31de março saiu a Lista de atletas convocadas para Seleção
Brasileira de Seven-a Side Feminina para a temporada de 2010/2011.
O treinamento começa nos dia 10 e 11 de abril e oss objetivos são a
participação no Mundial Universitáriono Porto/Portugal nos dias 24 e 25
de julho, na etapa do Circuito Mundial de Seven em Dubai/UAE e no
Campeonato sul-americano em Janeiro de 2011 que não possui local
definido até ao momento.

Parabéns às convocadas e sorte nesta temporada! Vocês são exemplos
para todas nós amantes do rugby! Quem sabe na temporada de 2012/2013
meu nome, ou de uma de minhas companheiras Patriotas não estará nesta
lista hein?!

sábado, 27 de março de 2010

RUGBY, UM JOGO PARA GENTE BEM-EDUCADA

Adorei esse artigo sobre o código o rugby no XV contra XV! Todo bom praticante de rugby deve entender bem e fezer valer na prática!!

Então apreciem:


Nós, gente do rugby, gostamos, mostrando o diferencial que nós sentimos, de publicitar a definição do jogo no conceito “um jogo de rufias jogado por gente bem-educada” – já não por cavalheiros porque, como também sabemos, os homens não são únicos na modalidade.


E há toda uma profunda razão para o definirmos assim. Desde sempre o jogo de rugby tem uma ética própria subordinada a um conjunto de valores que se estabelecem no seu “Código do Jogo”. De facto, existe toda uma maneira de estar que se pretende diferente e tradutora de uma cultura distinta em que o respeito, o “fair-play”, o espírito colectivo de equipa, o companheirismo, a abnegação, a boa educação constituem algumas das componente de valores e atitudes que formatam a envolvente do jogo.

E assim sendo, é natural que possamos utilizar, com orgulho, a marca da diferença – um amigo meu, médico e frequentador internacional de estádios de futebol, viu, pela primeira vez, um jogo de rugby no França-All Blacks do centenário da FFR: não julgava possível, dizia, a confraternização permanente entre os espectadores adversários que o rodeavam. Espantado, tornou-se adepto.

Mas se pretendemos sê-lo, devemos, no mínimo, parecê-lo. E o que se passa à volta dos nossos campos em dia de jogo não pertence a este mundo idílico que pretendemos transmitir aos de fora. Espectadores, antigos jogadores na sua maioria, insultam árbitros e adversários, chamam nomes a quem bem querem e comportam-se como rufiotes numa constante demonstração arruaceira, deixando - para inglês ver – a proclamação da pretendida boa educação.

O jogo de rugby não é fácil de gerir. Os árbitros, como os jogadores, têm dificuldades na análise da sequência pela rapidez da acção e pelo número de intervenientes. Mas próximos e se pertencentes ao mesmo patamar, vêem melhor e analisam quase sempre melhor. E, na grande maioria dos casos, tomam a decisão correcta e são os espectadores que, ignorantes da Lei, protestam violentamente, impondo a emoção à razão, pressionando para que a sua cor, apesar de faltosa, deixe de ser “roubada!”.

Nada deste comportamento se justifica ou ajuda o rugby português no seu desenvolvimento e progressão. Pelo contrário: desfocaliza jogadores, pressiona treinadores e árbitros de forma desadequada, retira lucidez aos intervenientes e transforma o jogo num espectáculo nada dignificante e que só diminui o campo de influência da modalidade.

Precisamos de melhorar todos os dias o rugby que se joga em Portugal. Para o que necessitamos de melhores treinadores, melhores jogadores, melhores árbitros, melhores dirigentes. Numa vontade que dispensa claramente os piores exemplos da Blood, Sweat and Beers de antanho.

E se, em vez deste comportamento trauliteiro e para começar o novo ano, fizéssemos um esforço para aprender as Leis do Jogo e a sua aplicação prática? Um esforço para que os treinadores fossem exigentes com os seus jogadores, educando-os de acordo com as Leis do Jogo; um esforço dos dirigentes para imporem o rigor das Leis do Jogo nas equipas dos seus clubes e decente comportamento aos seus adeptos; um esforço dos espectadores para que se comportassem como gente bem-educada. E se não há, como também sabemos, jogos sem árbitros e para um futuro com tudo a correr pelo melhor, porque não tentar uma parceria: criar o hábito de convidar os árbitros para se treinarem semanalmente com os diversos clubes.

Talvez assim pudéssemos fazer compreender a marca da nossa diferença: no Rugby, a vitória, sendo importante, não é o mais importante; o mais importante é poder pertencer a uma comunidade muito especial – a comunidade rugbística.

Lisboa, 1 de Janeiro de 2009

Publicada por JPB em http://xvcontraxv.blogspot.com/

quarta-feira, 24 de março de 2010

Campeonato Fluminese 2010!!!

O campeonato fluminense vem com várias novidades para 2010, reflexo do crescimento contínuo do esporte no estado do Rio de Janeiro. Está garantida a criação de uma segunda divisão para atender às novas equipes, além de etapas com jogos no feminino e no junior. Algo muito inteligente por parte da organização foi espaçar o campeonato ao longo do ano, mantendo as equipes em atividade por um bom tempo, e permitindo a elas participar de outros campeonatos.


Na série A (primeira divisão), teremos 8 times, que jogarão em turno único por pontos corridos. São eles:

Niterói
UFF
Rio Rugby
Guanabara
Friburgo
Itaguaí
Patriotas
Calx-Cis

Na série B, teremos etapas de 12-a-side, com número variável de times. Confirmados até o momento estão o Grandfather e Tamoios, ambos presentes na última edição do Seven a side Rosa dos Ventos, organizado pelo Maxambomba. Mais alguns times devem confirmar presença nos próximos dias.

A tabela completa, ainda não totalmente confirmada, é a seguinte:

Adulto Masculino
Série A

1ª rodada (local)
13/03 – Calx-Cis x Niterói (Cantagalo)
13/03 – Friburgo x Guanabara (Cantagalo)
28/03 – Itaguaí x Rio Rugby (Itaguaí)
28/03 – Patriotas x UFF (Itaguaí)

2ª rodada
10/04 – Niterói X Patriotas
10/04 – Friburgo X Rio Rugby
17/04 – Calx-Cis X Guanabara (Nova Friburgo)
17/04 – UFF X Itaguaí (Nova Friburgo)

3ª rodada
09/05 – Niterói X Itaguaí (Niterói)
09/05 – UFF Friburgo (Niterói)
16/05 – Guanabara X Rio Rugby (Rio de Janeiro)
16/05 – Patriotas X Calx-Cis (Nova Friburgo)

4ª rodada
12/06 – Niterói X Friburgo
12/06 – UFF X Guanabara
19/06 – Rio Rugby X Calx-Cis
20/06 – Patriotas X Itaguaí

5ª rodada
04/07 – Itaguaí X Calx-Cis
04/07 - Patriotas X Friburgo
10/07 – Rio Rugby X Friburgo
17/07 – Guanabara X Niterói

6ª rodada
07/08 – Calx-Cis X UFF
07/08 – Friburgo X Itaguaí
14/08 – Rio Rugby X Niterói
21/08 – Guanabara X Patriotas

7ª rodada
11/09 – UFF X Niterói
11/09 – Rio Rugby X Patriotas
12/09 – Calx-Cis X Friburgo
12/09 - Itaguaí X Guanabara

Série B – local e (organizador)
20/03 – 1ª etapa – Recreio (Grandfather)
22/05 – 2ª etapa – Itaguaí (Império)
24/07 – 3ª etapa – Jacarepaguá (Tamoios)
18/09 – 4ª etapa – Seropédica (Rural)

terça-feira, 23 de março de 2010

Circuito Feminino de Rugby no Nordeste – 2010


Cartaz Oficial do 1º Circuito Feminino de Rúgbi do Nordeste
Crédito da imagem: Renata do RRC

Pela primeira vez o Nordeste vai realizar um campeonato de rúgbi independente para a categoria feminina. Nem em São Paulo, meca do rúgbi nacional, onde a maioria dos times femininos e as melhores jogadoras residem isso já foi efetivado.

Os rugbiers do nordeste têm muito o que comemorar, principalmente as pioneiras rugbiers que vão realizar seu campeonato independente da categoria masculina. Pela primeira vez em locais, datas, regulamentos e organização independentes da categoria masculina.

O 1º Circuito Feminino de Rúgbi Seven do Nordeste é mais um grande fomento para o rúgbi feminino brasileiro, mais jogadoras estarão em condições de ajudar as nossas penta-campeãs sul americanas a trazer para casa uma medalha Olímpica no Pan de 2011 e quiçá nas Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016.

Os responsáveis por cada etapa contarão com suas respectivas associações para concretizar a realização do campeonato. A CBRu não tem participação oficial, mas oficiosamente, através do Manager da Seleção Feminina Mauricio Migliano, nada deve passar despercebido.

Este circuito já é realizado há alguns anos, porém dependente do Nordestão (Campeonato Regional, pela primeira vez reconhecido no calendário da CBRu), onde as meninas jogavam partidas preliminares dos jogos dos masculinos. Nunca foi verdadeiramente reconhecido como um campeonato feminino. 

Em 2010 acontecerão duas etapas independentes - em Maceió e em Teresina - as outras duas acompanharão os jogos do Nordestão - mas com regulamento e organização do Circuito Feminino. 

1ª Etapa, Recife – 24 e 25 de abril 
2ª Etapa, Maceió – 13 de junho 
3ª Etapa, Salvador – 31 de julho e 1 de agosto 
4ª Etapa, Teresina – 5 de setembro

Mais informações sobre o Circuito Feminino de Rúgbi Seven do Nordeste entrem nos sites
http://rugbyfeminino.wordpress.com e www.feminino.rugby.esp.br .

Por Rouget Maia - ESPN.com.br/rugbi

Datas do Super 8!!


Oba!!
Saíram as datas do Super 8, o mais importante campeonato nacional, disputado entre maio e outubro. O time a ser batido é o Bandeirantes, campeão de 2009, quebrando a hegemonia do São José, que como sempre, é um dos favoritos.
A edição de 2009 do campeonato foi marcada por muitas confusões na arbitragem(não com erros de arbitragem, esclareço) e ameaças a arbitros, que manchou um campeonato que foi muito disputado.
Confira as datas e se programe para os maiores confrontos do Rugby nacional! Não foram divulgadas informações sobre o campeonato nacional de juniores até o momento.
Agradeço ao Juarez, pela ajuda com as datas.

1ª rodada – 29/05/2010
Bandeirantes X Rio Branco
São José X SPAC
Pasteur X Niterói
Desterro X Curitiba
2ª rodada – 26/06/2010
SPAC X Bandeirantes
Rio Branco X São José
Niterói X Curitiba
Pasteur X Desterro
3ª rodada – 31/07/2010
Curitiba X Bandeirantes
Pasteur X São José
Rio Branco X Desterro
SPAC X Niterói
4ª rodada – 14/08/2010
Bandeirantes X Pasteur
São José X Curitiba
Niterói X Rio Branco
Desterro X SPAC
5ª rodada
Bandeirantes X Desterro
Niterói X São José
Curitiba X Rio Branco
Pasteur X SPAC
6ª rodada – 26/09/2010
Niterói X Bandeirantes
São José X Desterro
SPAC X Curitiba
Rio Branco X Pasteur
7ª rodada – 09/10/2010
Bandeirantes X São José
Desterro X Niterói
Curitiba X Pasteur
SPAC X Rio Branco
Acesso – 23/10/2010
Campeão da Copa do Brasil X Último colocado do Super 8 2010
Observações :
A tabela de ordem de jogos foi montada a partir da classificação de 2009, obedecendo os critérios de primeiro contra ultimo, penultimo, ante-penultimo e assim subsequente a todos os participantes.
A terceira e quarta rodada tiveram alterações para que  o UniBrasil/CRC e Desterro não joguem 3 partidas seguidas fora de casa
Os mandos dos jogos foram invertidos em relação ao que foi feito em 2009
A partir deste ano o ultimo campeão usará na sua camisa o escudo da CBRu como simbolo do título.

Fonte: Blog do Rugby

terça-feira, 16 de março de 2010

Curso de árbitros em Niterói


Confira os detalhes do curso de arbitragem Nível 1 nos dias 20 e 21/03.

Seguindo o calendário de cursos da CBRu, o Rio de Janeiro sedia o curso Arbitragem Nível 1 nesse final de semana.
Data: Dias 20 das 10:00 ás 17:00 e 21 de março de 2010, das 10:00 às 14hs.
Local: Na Universidade Federal Fluminense – Campus Gragoatá – Escola de Serviço Social
Endereço: Av. 100, S/N em frente a praça da Cantareira – Gragoatá – Bloco E
Investimento: R$ 75,00
Informações e inscrições através do e-mail neirugby@hotmail.com
Pré-Requisitos: Certificados Rugby Ready e IRB Laws (Obtidos através dos sites www.irbrugbyready.com.br e www.irblaws.com, impressos via internet e adquiridos por meio de teste online).
Os certificados devem ser enviados via e-mail junto com o comprovante de pagamento, ou então, impressos e apresentados no dia do evento antes do seu início. Levar Roupa esportiva e apito.
Os interessados devem depositar a quantia na seguinte conta corrente até a Quarta-Feira dia 17/03:
Banco do Brasil Ag. 4459-8 CC. 33831-1
Favorecido: Henrique Janis Platais Freire E em seguida enviar o comprovante de pagamento escaneado para o seguinte endereço para validar a inscrição:henriqueplatais@gmail.com
Obs. No título do e-mail deve constar: CURSO IRB
Fonte: CBRu

Encontro de rúgbi feminino em POA


O Charrua Rugby Clube está organizando um encontro de rúgbi feminino, em Porto Alegre. A ideia é reunir todas as mulheres que praticam a modalidade no Rio Grande do Sul para uma troca de experiências, além da realização de clínicas de rúgbi. Ainda não há data e nem local definido para a realização do evento. Maria Roberta Gondim, jogadora e uma das incentivadoras do encontro, explica que o evento ganhará contorno conforme as atletas forem mostrando interesse. “Sabemos da existência das equipes femininas do Farrapos, Guaíba, San Diego, Antiqua e Serra, mas sabemos também que existem clubes com meninas treinando que ainda não tem time completo pra jogar. Com base nisso pensamos que essa seria uma boa oportunidade para nos conhecermos. O evento está sendo planejado e queremos ter uma ideia de com quantas meninas contaríamos para fazer com que o encontro valha a pena e seja realizado com sucesso”, afirma.
Interessadas devem entrar em contato com Roberta, pelo e-mail mariaroberta.gondim@gmail.com.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Calendário 2010 de Cursos CBRu

A CBRu definiu o calendário de 2010 para os cursos de Coaching Nível 1 e 2, e Arbitragem Nível 1 e 2, que acontecerão durante o ano em diversas cidades,procurando atender à demanda de todas as regiões.

Para mais informações sobre inscrições envie e-mail para moderador@brasilrugby.com.br.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Motivos para uma garota jogar rugby!!!

Se você for uma garota, agora já tem mais do que dez motivos para se juntar a nós!

1- Porque falar que jogamos rugby gera muitas oportunidades de conversa! Todo mundo pergunta "você joga rugby?! Puxa, é legal?!".
2- Porque é um esporte apaixonante, intenso e espetacular!
3- Porque atrás de rugby há moços fortes e inteligentes. Já que é necessário inteligência e preparação física para jogar rugby!
4- Porque todo mundo joga vôlei ou futebol e o legal é ser diferente.
5- Porque o legal do esporte é dar risada e, como ninguém joga rugby, a gente joga para se divertir e não precisa ficar competindo com outras meninas.
6- Porque emagrece e depois podemos beber cerveja sem peso na consciência.
7- Porque meninos de rugby, apesar de grandões, são muito atenciosos.
8- Porque ninguém vai achar que estamos jogando rugby, e sim ensaiando um espetáculo de ballet moderno.
9- Porque é um jogo democrático: os altos, baixos, gordos, magros e tortos têm o direito de estar no time.
10- Porque podemos derrubar pessoas.
11- Porque é divertidíssimo chutar aquela bola que não é redonda.
12- Porque podemos correr pelo gramado, em pleno sábado à tarde, como se fôssemos crianças!
13- Porque machuca menos que paintball!
14- Porque você pode ter vários homens semi-nus em cima de você no dia do seu aniversário!
15- Porque o rugby tem, obrigatoriamente, o terceiro tempo!
16- Porque não importa a merda que você faça, você sempre terá uma boa explicação: "foda-se, eu jogo rugby!".
17- Porque as pessoas que jogam rugby têm motivos para isso, e é sempre muito engraçado descobri-los!
18- Porque só de entrar no time, você já ganha um montão de amigos.
19- Porque você sempre descobre um novo motivo para jogar rugby!



Então ficou interessada? O que está esperando? Vem treinar com a gente!!

ARTIGO:..."É um meio para divertir, relacionar e acima de tudo, educar”...

Considerando que este artigo é dirigido, fundamentalmente, aos encarregados das equipes, nada melhor então, que começar antes de tudo pelos princípios históricos e filosóficos do nosso esporte.


Segundo a história escrita o jogo de Rugby nasceu, quando Willian Webb Ellis, não se importando com as regras do futebol de então, pegou bola com as mãos e começou a correr com ela no Colégio da cidade de Rugby, na Inglaterra. Na realidade o jogo nasceu muito tempo antes e foi se transformando de uma determinada maneira até chegar ao Rugby atual que, sem medo de nos equivocar, podemos assegurar que é o jogo mais equilibrado, mais balanceado e mais perfeito que existe para o homem. É assim que neste jogo os princípios éticos, filosóficos, técnicos e táticos estão permanentemente entrelaçados para configurar um esporte absolutamente único. Querer ensinar o Rugby partindo de bases exclusivamente técnicas ou táticas pode levar a um erro fundamental e querer ensina-lo unicamente baseado em seus tradicionais princípios filosóficos que formam o espírito do jogo pode também levar a um erro, visto que não se consegue assim materializar coisas que se podem conseguir através do jogo. É por ele esta introdução referente aos princípios fundamentais do jogo; princípios que nós, como encarregados de transmiti-los aos jogadores, nunca devemos perder de vista para o bem e a glória do Rugby Amador. Logo como aplicação prática destes princípios fundamentais, aparecem princípios técnicos que nos ajudam justamente no desenvolvimento do que se busca do nosso jogo, dentro e fora do campo.

Nunca esqueçamos que os treinadores e colaboradores de equipes são quem está em maior contato com os jogadores e não os dirigentes, nem os árbitros, ou seja, que nós somos os primeiros responsáveis por manter o espírito e as tradições do jogo.

No Rugby, os encarregados das equipes não devem buscar desculpas perante os erros dos árbitros, ou se for o caso, decisões de dirigentes em comissões de disciplina.

Nós temos que assumir a responsabilidade de que o jogo seja transmitido de geração em geração, como vem ocorrendo até agora; somos nós que temos que aceitar deixar de lado os pequenos desejos ou opiniões pessoais em prol da defesa do Rugby de seus princípios e de suas tradições e não temer que o desenvolvimento técnico do jogo, o progresso tático, a maior preparação possa afetar esses princípios básicos e fundamentais do jogo, se realmente tenham sido entendidos por nós e logo transmitidos corretamente aos jogadores no campo,Terceiro Tempo e praticamente em todas as oportunidades em que tenhamos contato com eles, mesmo fora do Clube.

Existem muitas formas de focar a parte fundamental e filosófica do jogo. Existem muitas formas de evidenciar os princípios fundamentais e todas foram utilizadas com êxito ao longo da vida do Rugby. A mim ocorreu uma forma de juntar-las em uma só frase que diz: O Rugby é um meio e um fim em si mesmo. E imediatamente surge a pergunta: um meio para que? E também aqui cada um pode contestar de maneiras distintas, mas apontando três características básicas:

1- Um meios para educar.-
2- Um meios para relacionar.-
3- Um meio para divertir.

Um meio para educar: porque desgraçado daquele esporte que não deixa algo transcendental na vida de quem o pratica. Se há dito e com razão que um esporte vale pela educação que deixa naquele que o pratica, e o Rugby o faz, porque as características próprias do jogo – que são principalmente de adversidade – ensinam a quem o pratica, bem orientado a treinar e vencer as dificuldades.

Não é verdade o que se diz de que os homens não devem sentir medo; não é errado ter medo, mas o interessante é aprender a vence-lo e o Rugby justamente dá a oportunidade de vencer o temor. Porque o Rugby educa? Primeiro pelo que acabo de dizer, segundo porque nele se faz um culto do jogo em equipe, então um aprende a viver em função dos demais, um aprende a sentir mais prazer em dar que em receber, um aprende a sacrificar-se mesmo pondo em risco o próprio corpo pelo interesse, máximo que existe dentro do campo que é a equipe. Porque o Rugby educa? Porque foi o primeiro e quase único esporte que descobriu uma verdade muito importante que diz que o Rugby (como seria qualquer outro esporte), não pode ser jogado sem adversários. As pessoas podem conceber o Rugby sem união, sem dirigentes, sem treinadores, sem público, sem jornalismo, e até sem árbitros. Em compensação sem adversários não se pode conceber o jogo de Rugby e surge então como conseqüência natural desta verdade a tradicional reunião das equipes logo depois da partida que na Argentina se chama felizmente de Terceiro Tempo e é a maneira de agradecer uns aos outros pela oportunidade que tiveram de desfrutar do jogo dentro de campo. O Rugby educa porque em um mundo materialista, é muito difícil se desenvolver sem querer tirar vantagens pessoais; permanentemente se está marcando o jogador que por melhor e mais brilhante que seja, não poderá fazer nada sem a ajuda de sua equipe e te ensina acima de tudo, que no Rugby que queremos e devemos defender, vale mais o homem que o jogador. O Rugby não fomenta nem nunca fomentou jogadores que chutem bem, que passem bem ou que formem bem um Scrum, mas fomentou sempre homens de bem que trabalhem, estudem e que, como complemento de sua atividade principal tratem de chutar bem, de passar e de entrar bem em um Scrum volante. O Rugby sempre se orgulhou de ter grandes homens e sempre destacou junto a condição natural do jogador de fazer bem as coisas dentro de um campo, a atividade privada deste jogador. Coloco de exemplo grandes jogadores que se destacaram no campo e que também produziram coisas realmente importantes para s eu país, a sociedade, a família, etc. O Rugby nunca quis ser a meta final de quem o jogava e sim o meio pelo qual o homem, ao mesmo tempo que melhorava seu físico e sua mente, melhorava espiritualmente.

O Rugby vive uma de suas maiores batalhas, que é a do pr´óprio jogo com princípios e tradições contra a pressão do ambiente exterior através de gente que trata de tirar vantagens comerciais deste jogo; e desta batalha, o Rugby emerge como verdadeiro esporte amador, emerge triunfante graças a gente que durante muitas gerações tem injetado o principio de que o Rugby é um meio e não um fim.

Também dizemos que o Rugby é um meio para relacionar e, justamente, o fato de que não se possa jogar Rugby sem adversários e que com este existe um pacto de cavalheiros de jogar o mais duro possível dento de campo, visto que quanto amis duro o jogo melhor ele é, estabelece entre os que decidem viver esta vida apaixonante do Rugby amador uma relação que não se apaga facilmente. O Rugby se vangloria de que são muito mais as amizades e relações, que os desafetos que possa provocar. O jogador de Rugby que encontrarem um adversário ocasional um homem duro e honesto no campo, depois da partida valoriza e encontra neste oponente um amigo para toda a vida e vice-versa. O Rugby fomenta as relações, amizades e uniões mais fortes. E se não, pensem na quantidade de gente que já conheceram e que não foram ao colégio com vocês, não pertencem ao mesmo ramo de trabalho, nem os vêem tão seguido como a outros e que. No entanto, encontram com elas uma afinidade muito difícil de definir e que vem dada porque o outro é um rugbier como vocês. Indubitavelmente, um meio para relacionar, um meio para vincular pessoas, povos e sociedades aparentemente muito distintas mas quando se encontram o ponto comum que se chama jogo de Rugby faz com que todas essas diferenças se minimizem com muita facilidade.

O jogo de Rugby é para se relacionar e devemos ter isso presente para ver o oponente como um adversário e não como um inimigo. Não quer dizer que não fomentemos o Rugby bem ensinado, que é o tratamento duro e leal do oponente ou adversário no campo, mas também damos o exemplo de que podemos desfrutar desta partida e desta tarde de Rugby ou desta excursão graças a esses adversários e entendamos nossa relação mais além do jogo, para a vida de cada um de nós.

Mas uma das coisas maiores que o Rugby tem é a tradição de que se respeitam as hierarquias e os cargos, os capitães e os dirigentes e as pessoas com experiência. O Rugby, por trás de tudo isso, se toma com certa – diríamos - diversão ligereza, sem testa franzida, sem solenidade militar. No Rugby, mesmo nos níveis mais altos sempre há ligar para a brincadeira, para a diversão, porque fundamentalmente, dentro e fora do campo o Rugby é para divertir-se.
Então o Rugby é um equilíbrio perfeito e assim um homem que entra de pequeno na vida do Rugby amador se educa, melhora como individuo, se relaciona e conhece gente de distintos lugares, dá e recebe de outro, e ao mesmo tempo, fazendo estas duas coisas muito importantes se diverte.É um homem que desfruta porque o Rugby é um jogo e deve seguir sendo jogo e não trabalho. De nada vale um treinador ou um jogador de Rugby que não tenha isso tudo bem claro, porque poderá saber muito de técnica e muito de tática, mas em um momento vai se perder em algum destes princípios fundamentais que são os de toda a vida do rugby e que nós temos a obrigação de manter e ainda de acrescentar.


ESTE ARTIGO ESTÁ DIRIGIDO AOS ENCARREGADOR DE EQUIPES MAS PENSAMOS QUE É MUITO IMPORTANTE QUE O LEIAM OS JOGADORES, FUTUROS JOGADORES E SOBRETUDO, OS PAIS.

Baseado no artigo de Ing. Carlos Villegas.

Curso de extensão em Rugby!

Que ótimo! A Universidade Gama Filho, em São Paulo, abrirá inscrições em março para o curso de extensão em rugby.


Hoje a UNIVERSIDADE GAMA FILHO (UGF) é uma das mais importantes instituições de ensino superior em nosso país, formando anualmente cerca de três mil profissionais por ano em seus cursos de Graduação, especialização (Pós Graduação Lato Sensu), mestrado e doutorado (Pós Graduação Stricto Sensu), a UGF tem como principal objetivo capacitar alunos nas diversas áreas da Educação Superior, oferecendo informação teórica, estimulando e desenvolvendo seu potencial crítico e observador através da prática. 


É o nosso amado rugby ganhando cada vez mais espaço no cenário esportivo brasileiro!!! 

Algumas informações sobre o curso!


Carga Horária: 20h

Data e Horário
 13 e 20/03/2010 (Sábados, das 8h às 18h)

Conteúdo Programático
- O jogo de Rugby;  Union; League; Seven;
- Princípios do Jogo (vídeo)
- História do Rugby
- Rugby no Brasil
- Mercado de trabalho
- Escolas; ONG; Universitário; Clubes; Seleções
- Preparação Física
- Leis do Rugby
- Fundamentos Individuais e Coletivos
- Estratégia
- Rugby Touch e Flag
- Programa Rugby Ready
- Certificação Rugby Ready (internacional)

Corpo Docente
Prof.João Nogueira
Prof.Mauricio Migliano
*Coach da Seleção Brasileira Feminina de Rugby

Investimento
Até 20 dias antes do início do curso: R$ 90,00 + 1x R$ 150,00
Após 20 dias antes do início do curso: R$ 105,00 + 1 x R$ 150,00

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Rugby! Começa a campanha para promover o esporte no Brasil!

O Rugby é um dos esportes mais populares do Mundo, menos no Brasil... A última Copa do Mundo de Rugby teve uma audiência de 4 milhões de pessoas, a terceira maior audiência de eventos esportivos depois dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo de Futebol. O Brasil perde feio em número de praticantes de rugby, temos 4.695 jodagores profissionais, trinta vezes menos que a Nova Zelândia, e cem vezes menos que a África do Sul!


Por isso, começa no Brasil uma campanha para divulgar este esporte tão apaixonante! Times de todo país estão promovendo o rugby através de torneios, sites, twitter, blogs e etc. Além dos projetos da Confederação Brasileira de Rugby para 2016, o Rio de Janeiro é candidato para sediar a Copa do Mundo de Sevens em 2013. Vamos torcer!

Clique aqui para assistir a matéria

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Conquistando o Inimigo - Livro que inspirou o filme Invictus



Não falem para as mentes deles. Falem para seus corações." - Nelson Mandela

Se você é como a maioria das pessoas, sabe que Nelson Mandela passou 27 anos preso e foi o líder da luta conta o apartheid na África do Sul. Sabe também que ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz e chegou à presidência nas primeiras eleições livres de seu país. Mas não deve saber nada sobre a Copa do Mundo de Rúgbi de 1995. 
Em 
Conquistando o Inimigo, o jornalista John Carlin narra aquela que talvez seja a passagem política mais bem-sucedida de nossa geração. Parafraseando Garibaldi após a unificação da Itália, as eleições de 1994 tinham criado uma nova África do Sul, mas restava o desafio de criar os sul-africanos. Em busca de uma causa capaz de unir brancos e negros, Mandela concordou em sediar a Copa do Mundo de Rúgbi. 
A escolha desse esporte parecia absurda. Por décadas, o rúgbi fora um símbolo do apartheid. Dessa forma, mais improvável que ganhar a Copa era o Springboks - o time nacional - conquistar o coração dos negros. 
Mandela precisava que o povo acreditasse no slogan "um time, um país". Ele teve de fazer os negros verem os jogadores como "nossos rapazes" e assegurar aos brancos que eles tinham um lugar de direito na nova nação. Para isso, mostrou-se um líder carismático e flexível, capaz de conter seus aliados e seduzir seus adversários. 
O que aconteceu no estádio no dia da final foi uma grande glória: perdão, libertação e celebração. O tipo de coisa que acontece quando pessoas que conheciam apenas o ódio e o medo se libertam do fardo da história e superam suas diferenças. Se ganhou a Copa do Mundo? O que a África do Sul consquistou naquele dia foi muito mais que isso. 



Não li o livro (ainda), mas assisti o filme, excepcional! Perfeito! Nos faz amar ainda mais o rugby! Como dizem que o livro é sempre melhor do que o filme, agora quero o livro!

RESULTADOS da 4ª Etapa do Circuito Brasileiro de Sevens 2009/2010 - CURITIBA RUGBY



Masculino
1º. São José (final ouro)
2º. SPAC
3º. Pasteur
4º. Desterro
5º. Rio Branco (final prata)
6º. Bandeirantes
7º. Ilhabela
8º. 
Farma USP
9º. Curitiba (final bronze)
10º. Costão Norte
11º. UFF
12º. Jacareí
13º. Maringá (final honra)14º. Tackle Mídias
15º. Urutaus UFPR
16º. Cataratas

Feminino
1º. SPAC
2º. Desterro
3º. Niterói
4º. Bandeirantes
5º. Curitiba
6º. São José

7º. USP

Juvenil 
1º. São José
2º. Unibrasil/CRC
3º. 
Ilhabela
4º. Bandeirantes
5º. Jacareí
6º. Lobo Bravo7º. SPAC
8º. 
Curitiba B